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Ãëàâíàÿ Ñëó÷àéíàÿ ñòðàíèöà Êîíòàêòû | Ìû ïîìîæåì â íàïèñàíèè âàøåé ðàáîòû! | |
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10 E ordeno-te que te aconselhes com teus irmãos mais velhos no que empreenderes. Pois eis que és jovem e necessitas da orientação de teus irmãos. E dá ouvidos a seus conselhos.
11 Não te deixes levar por coisas vãs ou insensatas; não permitas que o diabo desvie novamente teu coração para ires atrás dessas iníquas meretrizes. Eis que, meu filho, quanta iniqüidade trouxeste sobre os zoramitas; pois quando viram teu procedimento, não acreditaram em minhas palavras.
12 E agora o Espírito do Senhor me diz: Ordena a teus filhos que pratiquem o bem, a fim de não conduzirem o coração de muitos à destruição; por conseguinte eu te ordeno, meu filho, no temor de Deus, que te abstenhas de tuas iniqüidades;
13 Que te voltes para o Senhor com toda a tua mente, poder e força; que não desvies o coração de ninguém mais para a iniqüidade, mas, antes, volta para eles e reconhece as tuas faltas e o mal que praticaste.
14 Não busques as riquezas nem as coisas vãs deste mundo; pois eis que não podes carregá-las contigo.
15 E agora, meu filho, eu desejaria falar-te algo a respeito da vinda de Cristo. Eis que te digo que, sem dúvida, será ele quem virá tirar os pecados do mundo; sim, ele vem proclamar boas novas de salvação a seu povo.
16 E agora, meu filho, este foi o ministério para o qual foste chamado: declarar estas boas novas a este povo, a fim de preparar-lhes a mente, ou melhor, para que a salvação lhes advenha, a fim de que preparem a mente de seus filhos para ouvirem a palavra na hora de sua vinda.
17 E agora acalmarei um pouco tua mente no tocante a este assunto. Eis que te maravilhas de que estas coisas devam ser conhecidas tão antecipadamente. Eis que te pergunto: Não é uma alma tão preciosa para Deus agora, como o será na ocasião de sua vinda?
18 Não é tão necessário que o plano de redenção seja dado a conhecer a este povo, quanto a seus filhos?
19 Não é tão fácil para o Senhor enviar seu anjo para proclamar estas boas novas a nós e a nossos filhos agora, quanto o será depois de sua vinda?
CAPÍTULO 40
Cristo efetua a ressurreição de todos os homens—Os mortos que foram justos vão para o paraíso; e os que foram iníquos, para as trevas exteriores, a fim de aguardarem o dia de sua ressurreição—Na ressurreição todas as coisas serão restauradas na sua própria e perfeita estrutura. Aproximadamente 74 a.C.
1 AGORA, meu filho, eis aqui algo mais que tenho a dizer-te, pois percebo que tua mente está preocupada a respeito da ressurreição dos mortos.
2 Eis que te digo que não há ressurreição—ou diria, em outras palavras, que este corpo mortal não se reveste de imortalidade, que esta corrupção não se reveste de incorrupção—até depois da vinda de Cristo.
3 Eis que ele efetua a ressurreição dos mortos. Eis porém, meu filho, que a ressurreição não é para já. Ora, revelo-te um mistério; não obstante, há muitos mistérios que permanecem ocultos, que ninguém conhece, a não ser o próprio Deus. Mostro-te porém uma coisa que indaguei diligentemente a Deus—para saber a respeito da ressurreição.
4 Eis que há uma hora designada, em que todos se levantarão dentre os mortos. E quando chegará essa hora, ninguém sabe; Deus, porém, sabe a hora que está designada.
5 E se haverá uma primeira hora ou uma segunda hora ou uma terceira hora em que os homens ressuscitem dos mortos, não importa; pois Deus sabe todas essas coisas; e o que me basta saber é o seguinte—que há uma hora designada em que todos se levantarão dentre os mortos.
6 Ora, deve haver um espaço entre a hora da morte e a hora da ressurreição.
7 E agora perguntaria: O que acontece à alma dos homens desde essa hora da morte até a hora designada para a ressurreição?
8 E se há mais que uma hora designada para os homens ressuscitarem, não importa, porquanto não morrem todos ao mesmo tempo e isto não importa; tudo é como um dia para Deus e o tempo somente é medido pelos homens.
9 Por conseguinte, há uma hora designada para os homens levantarem-se dentre os mortos; e há um espaço entre a hora da morte e a da ressurreição. E agora, o que é feito da alma dos homens durante esse espaço de tempo é o que perguntei diligentemente ao Senhor; e isto é uma coisa que eu sei.
10 E quando chegar a hora em que todos se levantarão, hão de saber que Deus conhece todas as horas que são designadas para o homem.
11 Ora, com relação ao estado da alma entre a morte e a ressurreição—eis que me foi dado saber por um anjo que o espírito de todos os homens, logo que deixa este corpo mortal, sim, o espírito de todos os homens, sejam eles bons ou maus, é levado de volta para aquele Deus que lhes deu vida.
12 E então acontecerá que o espírito daqueles que são justos será recebido num estado de felicidade, que é chamado paraíso, um estado de descanso, um estado de paz, onde descansará de todas as suas aflições e de todos os seus cuidados e tristezas.
13 E então acontecerá que o espírito dos iníquos, sim, aqueles que são maus—pois eis que eles não têm parte nem porção do Espírito do Senhor; pois eis que preferiram praticar o mal e não o bem; por conseguinte, o espírito do diabo entrou neles e apossou-se de seu corpo—e eles serão atirados nas trevas exteriores; ali haverá pranto e lamentação e ranger de dentes; e isto em virtude de sua própria iniqüidade, sendo levados cativos pela vontade do diabo.
14 Ora, este é o estado da alma dos iníquos, sim, em trevas e num estado de espantosa e terrível expectativa da ardente indignação da ira de Deus sobre eles. Portanto permanecem nesse estado, assim como os justos no paraíso, até a hora de sua ressurreição.
15 Ora, há alguns que entenderam que este estado de felicidade e este estado de miséria da alma, antes da ressurreição, era uma primeira ressurreição. Sim, admito que isto possa ser chamado de ressurreição: a elevação do espírito ou da alma e sua designação para a felicidade ou para a miséria, de acordo com as palavras que foram ditas.
16 E eis que novamente foi declarado que há uma primeira ressurreição, uma ressurreição de todos aqueles que existiram ou que existem ou que existirão até a ressurreição de Cristo dentre os mortos.
17 Ora, não supomos que esta primeira ressurreição, que é mencionada desta forma, possa ser a ressurreição das almas e sua designação para a felicidade ou miséria. Tu não podes supor que seja este o significado.
18 Eis que te digo que não; significa, porém, a reunião da alma e do corpo, daqueles que existiram desde os dias de Adão até a ressurreição de Cristo.
19 Ora, não digo que a alma e o corpo daqueles que foram mencionados, tanto iníquos como justos, serão todos reunidos de uma vez; basta-me dizer que todos se levantarão ou, em outras palavras, sua ressurreição dar-se-á antes da ressurreição daqueles que morrerem depois da ressurreição de Cristo.
20 Ora, meu filho, não afirmo que a ressurreição deles ocorra na ressurreição de Cristo, mas eis que esta é a minha opinião—que a alma e o corpo dos justos serão reunidos na ocasião da ressurreição de Cristo e sua ascensão ao céu.
21 Mas não afirmo que isto será por ocasião de sua ressurreição ou depois; digo apenas que há um espaço de tempo entre a morte e a ressurreição do corpo; e um estado de alma, em felicidade ou miséria, até a hora designada por Deus para que os mortos se levantem e corpo e alma sejam reunidos e levados à presença de Deus, para serem julgados segundo suas obras.
22 Sim, isto efetua a restauração daquelas coisas que foram anunciadas pela boca dos profetas.
23 A alma será restituída ao corpo e o corpo, à alma; sim, e todo membro e junta serão restituídos ao seu corpo; sim, nem mesmo um fio de cabelo da cabeça será perdido, mas todas as coisas serão restauradas na sua própria e perfeita estrutura.
24 E agora, meu filho, esta é a restauração que foi anunciada pela boca dos profetas.
25 E então os justos resplandecerão no reino de Deus.
26 Mas eis que uma horrível morte sobrevém aos iníquos, pois morrem quanto às coisas pertinentes à retidão, porque eles são impuros e nenhuma coisa impura pode herdar o reino de Deus; são, porém, expulsos e designados a partilhar dos frutos de seus labores ou de suas obras, que foram más; e eles bebem os resíduos de uma taça amarga.
CAPÍTULO 41
Na ressurreição os homens levantam-se para um estado de felicidade eterna ou de miséria eterna—Iniqüidade nunca foi felicidade—Homens carnais estão sem Deus no mundo—Toda pessoa recebe novamente, na restauração, as características e os atributos adquiridos na mortalidade. Aproximadamente 74 a.C.
1 E AGORA, meu filho, tenho algo a dizer sobre a restauração da qual se tem falado; pois eis que alguns desvirtuaram as escrituras e se desencaminharam por essa razão. E eu percebo que tua mente também tem estado preocupada a esse respeito. Eis, porém, que eu te explicarei isto.
2 Digo-te, meu filho, que o plano de restauração é imprescindível à justiça de Deus; pois é necessário que todas as coisas sejam restauradas em sua própria ordem. Eis que é imprescindível e justo, de acordo com o poder e ressurreição de Cristo, que a alma do homem seja restituída a seu corpo e que, ao corpo, sejam restituídas todas as suas partes.
3 E é imprescindível à justiça de Deus que os homens sejam julgados de acordo com suas obras; e se suas obras foram boas nesta vida e se os desejos de seu coração foram bons, que sejam também no último dia restituídos ao que é bom.
4 E se suas obras são más, ser-lhes-ão restituídas para o mal. Portanto todas as coisas serão restauradas em sua própria ordem; cada coisa na sua estrutura natural—mortalidade elevada à imortalidade, corrupção à incorrupção—levantados da tumba para a felicidade infinita, a fim de herdarem o reino de Deus, ou para a miséria eterna, a fim de herdarem o reino do diabo; um de um lado, o outro de outro—
5 Um, ressuscitado para a felicidade, de acordo com seu desejo de bem; ou para o bem, segundo seu desejo de retidão; e o outro, para o mal, segundo seu desejo de mal; porque assim como ele desejou praticar o mal no decorrer do dia, terá a recompensa do mal quando chegar a noite.
6 E assim é do outro lado. Se ele se arrependeu de seus pecados e desejou retidão até o fim de seus dias, assim também será recompensado com retidão.
7 Estes são os remidos do Senhor; sim, aqueles que são retirados, que são libertados daquela interminável noite de trevas; e assim se mantêm ou caem, pois eis que são seus próprios árbitros para fazerem o bem ou o mal.
8 Ora, os decretos de Deus são inalteráveis; portanto o caminho está preparado, para que, todo aquele que quiser, possa trilhá-lo e ser salvo.
9 E agora, meu filho, não te arrisques a mais uma ofensa contra teu Deus sobre esses pontos de doutrina, com os quais te arriscaste até aqui a cometer pecado.
10 Não penses que por ter sido falado acerca de restauração, serás restituído do pecado para a felicidade. Eis que te digo que iniqüidade nunca foi felicidade.
11 E agora, meu filho, todos os homens que estão num estado natural ou, em outras palavras, num estado carnal, encontram-se no fel da amargura e nos laços da iniqüidade; vivem sem Deus no mundo e seguiram caminhos contrários à natureza de Deus; por conseguinte, estão num estado contrário à natureza da felicidade.
12 E agora, eis que o significado da palavra restauração é tirar uma coisa do estado natural e colocá-la em um estado antinatural ou colocá-la em estado oposto à sua natureza?
13 Oh! meu filho, não é este o caso; mas o significado da palavra restauração é restituir o mal ao mal ou o carnal ao carnal ou o diabólico ao diabólico—o bom ao que é bom; o reto ao que é reto; o justo ao que é justo; o misericordioso ao que é misericordioso.
14 Portanto, meu filho, sê misericordioso para com teus irmãos: age com justiça, julga com retidão e pratica o bem continuamente; e se fizeres todas estas coisas, receberás teu galardão; sim, a misericórdia ser-te-á restituída novamente; a justiça ser-te-á restituída novamente; um julgamento justo ser-te-á restituído novamente; e novamente serás recompensado com o bem.
15 Porque o que de ti sair, a ti retornará e será restaurado. Portanto a palavra restauração condena o pecador mais plenamente e em nada o justifica.
CAPÍTULO 42
A mortalidade é um período probatório, que permite ao homem arrepender-se e servir a Deus—A queda trouxe a morte física e a espiritual a toda a humanidade—A redenção advém-nos por meio do arrependimento—O próprio Deus expia os pecados do mundo—A misericórdia é para os que se arrependem—Todos os outros estão sujeitos à justiça de Deus—A misericórdia é concedida por causa da Expiação—Somente os verdadeiros penitentes são salvos. Aproximadamente 74 a.C.
1 E AGORA, meu filho, eu percebo que existe algo mais que te preocupa e que não podes compreender, relativo à justiça de Deus na punição do pecador; pois tentas acreditar que é injustiça ser o pecador entregue a um estado de miséria.
2 Agora, meu filho, eis que te explicarei isto. Pois eis que depois de haver o Senhor Deus expulsado nossos primeiros pais do jardim do Éden, para cultivarem a terra de que foram tomados—sim, ele expulsou o homem e colocou, ao oriente do jardim do Éden, querubins e uma espada flamejante que se voltava para todos os lados, a fim de guardar a árvore da vida—
3 Ora, vemos que o homem se tornara como Deus, conhecendo o bem e o mal; e para que não estendesse a mão e tomasse também da árvore da vida e comesse e vivesse eternamente, o Senhor Deus colocou querubins e a espada flamejante para que ele não comesse do fruto—
4 E assim vemos que foi concedido um tempo ao homem para que se arrependesse, sim, um período probatório, um tempo para arrepender-se e servir a Deus.
5 Porque eis que se Adão houvesse estendido imediatamente a mão e comido da árvore da vida, teria vivido eternamente, de acordo com a palavra de Deus, não tendo tempo para o arrependimento; sim, e também a palavra de Deus teria sido vã e estaria frustrado o grande plano de salvação.
6 Eis, porém, que foi determinado que o homem morresse—portanto, como eles foram afastados da árvore da vida, seriam afastados da face da Terra—e o homem tornou-se perdido para sempre, sim, tornou-se um homem decaído.
7 E agora, vês assim que nossos primeiros pais foram afastados tanto física como espiritualmente da presença do Senhor; e assim vemos que eles ficaram sujeitos a sua própria vontade.
8 Agora, eis que não era conveniente que o homem fosse resgatado dessa morte física, porque isso destruiria o grande plano de felicidade.
9 Portanto, como a alma nunca poderia morrer e a queda havia trazido a toda a humanidade tanto uma morte espiritual como uma física, isto é, foram afastados da presença do Senhor, era necessário que a humanidade fosse resgatada dessa morte espiritual.
10 Portanto, como se haviam tornado carnais, sensuais e diabólicos por natureza, este estado probatório tornou-se para eles um estado de preparação; tornou-se um estado preparatório.
11 E agora lembra-te, meu filho, de que, se não fosse pelo plano de redenção (deixando-o de lado), assim que eles morressem sua alma se tornaria miserável, sendo afastada da presença do Senhor.
12 E não havia meio de resgatar os homens desse estado decaído que o homem trouxera sobre si, em virtude de sua própria desobediência.
13 Portanto, de acordo com a justiça, o plano de redenção não poderia ser realizado senão em face do arrependimento dos homens neste estado probatório, sim, neste estado preparatório; porque, a não ser nestas condições, a misericórdia não teria efeito, pois destruiria a obra da justiça. Ora, a obra da justiça não poderia ser destruída; se o fosse, Deus deixaria de ser Deus.
14 E assim vemos que toda a humanidade se encontrava decaída e estava nas garras da justiça; sim, da justiça de Deus que a condenara a ser afastada de sua presença para sempre.
15 Ora, o plano de misericórdia não poderia ser levado a efeito se não fosse feita uma expiação; portanto o próprio Deus expia os pecados do mundo, para efetuar o plano de misericórdia, para satisfazer os requisitos da justiça, a fim de que Deus seja um Deus perfeito, justo e também um Deus misericordioso.
16 Ora, o arrependimento não poderia ser concedido aos homens se não houvesse um castigo tão eterno como a vida da alma, estabelecido em oposição ao plano de felicidade, também tão eterno como a vida da alma.
17 Ora, como poderia um homem arrepender-se, se não houvesse pecado? Como poderia ele pecar, se não houvesse lei? E como poderia haver lei, a não ser que houvesse castigo?
18 Ora, um castigo foi fixado e foi dada uma lei justa que trouxe o remorso de consciência ao homem.
19 Ora, se não tivesse sido dada uma lei—que, se um homem assassinasse, deveria morrer—teria ele medo de morrer, se assassinasse?
20 E também, se não tivesse sido dada lei alguma contra o pecado, os homens não teriam medo de pecar.
21 E se não tivesse sido dada a lei, que poderia a justiça ou mesmo a misericórdia fazer se os homens pecassem, uma vez que não teriam direito sobre a criatura?
22 Mas foi dada uma lei e fixado um castigo e concedido um arrependimento, arrependimento esse que é reclamado pela misericórdia; do contrário, a justiça reclama a criatura e executa a lei e a lei inflige o castigo; e se assim não fosse, as obras da justiça seriam destruídas e Deus deixaria de ser Deus.
23 Deus, porém, não deixa de ser Deus e a misericórdia reclama o penitente; e a misericórdia advém em virtude da expiação: e a expiação efetua a ressurreição dos mortos: e a ressurreição dos mortos devolve os homens à presença de Deus; e assim são restituídos a sua presença para serem julgados de acordo com suas obras, segundo a lei e a justiça.
24 Pois eis que a justiça exerce todos os seus direitos e a misericórdia também reclama tudo quanto lhe pertence; e assim ninguém, a não ser o verdadeiro penitente, é salvo.
25 Acaso supões que a misericórdia possa roubar a justiça? Afirmo-te que não; de modo algum. Se assim fosse, Deus deixaria de ser Deus.
26 E assim Deus realiza seus grandes e eternos propósitos, que foram preparados desde a fundação do mundo. E assim ocorre a salvação e a redenção dos homens e também sua destruição e miséria.
27 Portanto, ó meu filho, todo aquele que quiser vir poderá vir e beber livremente das águas da vida; e aquele que não quiser vir não será obrigado a vir, mas no último dia ser-lhe-á restituído de acordo com suas ações.
28 Se desejou praticar o mal e não se arrependeu durante seus dias, eis que receberá o mal, de acordo com a restauração de Deus.
29 E agora, meu filho, eu desejo que não te preocupes mais com essas coisas e que deixes apenas teus pecados te preocuparem, com aquela preocupação que te levará ao arrependimento.
30 Oh! meu filho, desejo que não negues mais a justiça de Deus. Não procures, mesmo nas mínimas coisas, desculpar-te de teus pecados, negando a justiça de Deus: mas deixa que a justiça de Deus e sua misericórdia e sua longanimidade governem plenamente teu coração; e deixa que te humilhem até o pó.
31 E agora, ó meu filho, és chamado por Deus para pregar a palavra a este povo. E agora, meu filho, segue teu caminho, proclama a palavra com verdade e circunspecção para que tragas almas ao arrependimento, a fim de que o grande plano de misericórdia tenha direito sobre elas. E que Deus te conceda conforme minhas palavras. Amém.
CAPÍTULO 43
Alma e seus filhos pregam a palavra—Os zoramitas e outros dissidentes nefitas tornam-se lamanitas—Os lamanitas guerreiam os nefitas—Morôni arma os nefitas com armaduras defensivas—O Senhor revela a Alma a estratégia dos lamanitas—Os nefitas defendem seus lares, sua liberdade, suas famílias e religião—Os exércitos de Morôni e Leí cercam os lamanitas. Aproximadamente 74 a.C.
1 E ENTÃO aconteceu que os filhos de Alma andaram entre o povo para proclamar-lhes a palavra. E o próprio Alma não conseguiu descansar e fez o mesmo.
2 Ora, nada mais diremos a respeito de suas pregações, a não ser que pregaram a palavra e a verdade segundo o espírito de profecia e revelação; e pregaram segundo a santa ordem de Deus pela qual foram chamados.
3 E agora retorno ao relato das guerras entre os nefitas e lamanitas, no décimo oitavo ano do governo dos juízes.
4 Pois eis que aconteceu que os zoramitas se tornaram lamanitas; por conseguinte, no começo do décimo oitavo ano o povo nefita viu que os lamanitas avançavam contra eles; em vista disso prepararam-se para a guerra, sim, reuniram seus exércitos na terra de Jérson.
5 E aconteceu que os lamanitas chegaram aos milhares e entraram na terra de Antiônum, que é a terra dos zoramitas; e um homem chamado Zeraemna era seu comandante.
6 E então, como os amalequitas eram de natureza mais iníqua e mais propensos ao assassinato que os lamanitas, Zeraemna portanto nomeou capitães-chefes para os lamanitas; e eles eram todos amalequitas e zoramitas.
7 Ora, ele assim procedeu com o objetivo de preservar o ódio que sentiam contra os nefitas, a fim de poder subjugá-los para realizar seus desígnios.
8 Pois eis que seu desígnio era instigar a ira dos lamanitas contra os nefitas: e isto ele fez para conseguir grande poder sobre eles e também para adquirir poder sobre os nefitas, submetendo-os ao cativeiro.
9 Ora, o desígnio dos nefitas era proteger suas terras e suas casas e suas esposas e seus filhos, para poderem defendê-los das mãos de seus inimigos; e também conservar seus direitos e seus privilégios, sim, e também sua liberdade, para poderem adorar a Deus segundo seus desejos.
10 Porque eles sabiam que, se caíssem nas mãos dos lamanitas, todos os que adorassem a Deus, o Deus vivo e verdadeiro em espírito e em verdade, seriam destruídos pelos lamanitas.
11 Sim, e eles sabiam também do extremo ódio dos lamanitas contra seus irmãos, o povo de Ânti-Néfi-Leí, conhecido por povo de Amon—e eles não queriam pegar em armas, sim, haviam feito um convênio e não desejavam quebrá-lo—portanto, se caíssem nas mãos dos lamanitas, seriam destruídos.
12 E os nefitas não permitiriam que fossem destruídos; portanto, deram-lhes terras para sua herança.
13 E o povo de Amon deu aos nefitas grande parte de seus bens para manutenção dos exércitos; e assim os nefitas foram compelidos, sozinhos, a resistir aos lamanitas, que eram uma combinação dos filhos de Lamã e Lemuel e dos filhos de Ismael; e de todos os dissidentes dos nefitas, que eram amalequitas e zoramitas, e dos descendentes dos sacerdotes de Noé.
14 Ora, esses descendentes eram quase tão numerosos quanto os nefitas; e assim foram os nefitas obrigados a contender com seus irmãos até o derramamento de sangue.
15 E aconteceu que quando os exércitos dos lamanitas se haviam reunido na terra de Antiônum, eis que os exércitos dos nefitas estavam preparados para enfrentá-los na terra de Jérson.
16 Ora, o comandante dos nefitas, ou melhor, o homem que havia sido designado para ser o capitão-chefe dos nefitas—ora, o capitão-chefe assumiu o comando de todos os exércitos dos nefitas—e chamava-se Morôni.
17 E Morôni assumiu todo o comando e a direção de suas guerras. E tinha apenas vinte e cinco anos de idade quando foi designado capitão-chefe dos exércitos dos nefitas.
18 E aconteceu que ele enfrentou os lamanitas nas fronteiras de Jérson e seu povo estava armado com espadas e com cimitarras e com toda sorte de armas de guerra.
19 E quando os exércitos dos lamanitas viram que o povo de Néfi, ou seja, que Morôni preparara seu povo com couraças e com escudos nos braços, sim, e também com escudos para proteger-lhes a cabeça e também estavam vestidos com roupas grossas—
20 Ora, os do exército de Zeraemna não estavam preparados com tais coisas; tinham apenas suas espadas e suas cimitarras, seus arcos e suas flechas, suas pedras e suas fundas; e estavam nus, usando apenas uma pele que lhes cingia os lombos; sim, e estavam todos nus, menos os zoramitas e os amalequitas.
21 Mas eles não estavam armados com couraças nem escudos—portanto ficaram com muito medo dos exércitos dos nefitas em vista de suas armaduras, apesar de serem muito mais numerosos que os nefitas.
22 Eis que aconteceu que não ousaram marchar contra os nefitas nas fronteiras de Jérson; por conseguinte partiram da terra de Antiônum para o deserto e, viajando pelo deserto, seguiram até perto da cabeceira do rio Sidon, a fim de entrarem na terra de Mânti para tomarem posse da terra, porque não supunham que os exércitos de Morôni descobrissem para onde haviam ido.
Äàòà ïóáëèêîâàíèÿ: 2014-11-18; Ïðî÷èòàíî: 217 | Íàðóøåíèå àâòîðñêîãî ïðàâà ñòðàíèöû | Ìû ïîìîæåì â íàïèñàíèè âàøåé ðàáîòû!
