Ñòóäîïåäèÿ.Îðã Ãëàâíàÿ | Ñëó÷àéíàÿ ñòðàíèöà | Êîíòàêòû | Ìû ïîìîæåì â íàïèñàíèè âàøåé ðàáîòû!  
 

Livro de Mórmon 12 ñòðàíèöà



14 Eis, porém, meus amados irmãos, que assim veio a mim a voz do Filho, dizendo: Depois de vos arrependerdes de vossos pecados e de testificardes ao Pai que estais dispostos a guardar meus mandamentos pelo batismo de água; e de haverdes recebido o batismo de fogo e do Espírito Santo e de poderdes falar em uma língua nova, sim, na língua de anjos; se depois disso me negardes, teria sido melhor para vós que não me houvésseis conhecido.

15 E ouvi a voz do Pai, dizendo: Sim, as palavras do meu Amado são verdadeiras e fiéis. Quem perseverar até o fim, esse será salvo.

16 E agora, meus amados irmãos, sei por isso que, a menos que o homem persevere até o fim, seguindo o exemplo do Filho do Deus vivente, não poderá ser salvo.

17 Portanto fazei as coisas que eu vos disse ter visto vosso Senhor e Redentor fazer; porque por esta razão me foram mostradas, para que possais conhecer a porta pela qual deveis entrar. Porque a porta pela qual deveis entrar é o arrependimento e o batismo com água; e recebereis, então, a remissão de vossos pecados pelo fogo e pelo Espírito Santo.

18 E estareis então no caminho estreito e apertado que conduz à vida eterna; sim, havereis entrado pela porta; havereis procedido segundo os mandamentos do Pai e do Filho; e havereis recebido o Espírito Santo, que dá testemunho do Pai e do Filho em cumprimento da promessa que vos fez de que, se entrásseis pelo caminho, receberíeis.

19 E agora, meus amados irmãos, depois de haverdes entrado neste caminho estreito e apertado, eu perguntaria se tudo terá sido feito. Eis que vos digo: Não; porque não haveríeis chegado até esse ponto se não fosse pela palavra de Cristo, com fé inabalável nele, confiando plenamente nos méritos daquele que é poderoso para salvar.

20 Deveis, pois, prosseguir com firmeza em Cristo, tendo um perfeito esplendor de esperança e amor a Deus e a todos os homens. Portanto, se assim prosseguirdes, banqueteando-vos com a palavra de Cristo, e perseverardes até o fim, eis que assim diz o Pai: Tereis vida eterna.

21 E agora, meus amados irmãos, eis que este é o caminho; e não há qualquer outro caminho ou nome debaixo do céu pelo qual o homem possa ser salvo no reino de Deus. E agora, eis que esta é a doutrina de Cristo e a única e verdadeira doutrina do Pai e do Filho e do Espírito Santo, que são um Deus, sem fim. Amém.

CAPÍTULO 32

Anjos falam pelo poder do Espírito Santo—Os homens devem orar e obter do Espírito Santo conhecimento para si mesmos. Aproximadamente 559–545 a.C.

1 E AGORA eis que, meus amados irmãos, suponho que meditais em vosso coração sobre o que deveis fazer, depois de haverdes entrado pelo caminho. Mas por que ponderais sobre estas coisas em vosso coração?

2 Não vos lembrais de que eu vos disse que depois de haverdes recebido o Espírito Santo poderíeis falar a língua de anjos? E então, como poderíeis falar a língua de anjos se não fosse pelo Espírito Santo?

3 Os anjos falam pelo poder do Espírito Santo; falam, portanto, as palavras de Cristo. Por isto eu vos disse: Banqueteai-vos com as palavras de Cristo; pois eis que as palavras de Cristo vos dirão todas as coisas que deveis fazer.

4 Portanto, agora que vos disse estas palavras, se não as puderdes compreender será porque não pedis nem bateis; de modo que não sereis levados para a luz, mas perecereis na escuridão.

5 Pois eis que vos digo novamente que, se entrardes pelo caminho e receberdes o Espírito Santo, ele vos mostrará todas as coisas que deveis fazer.

6 Eis que esta é a doutrina de Cristo e nenhuma doutrina mais será dada até depois de ele se manifestar a vós na carne. E quando ele se manifestar na carne, devereis fazer as coisas que ele vos disser.

7 E agora eu, Néfi, não posso dizer mais; o Espírito encerra a minha fala e só me resta lamentar a incredulidade e a iniqüidade e a ignorância e a obstinação dos homens; porque não procuram conhecimento nem compreendem grande conhecimento, quando lhe é dado com clareza, sim, tão claramente quanto o podem ser as palavras.

8 E agora, meus amados irmãos, percebo que ainda meditais em vosso coração; e é-me doloroso falar-vos sobre isso. Porque, se désseis ouvidos ao Espírito que ensina o homem a orar, saberíeis que deveis orar; porque o espírito mau não ensina o homem a orar, mas ensina-lhe que não deve orar.

9 Mas eis que vos digo que deveis orar sempre e não desfalecer; e nada deveis fazer para o Senhor sem antes orar ao Pai, em nome de Cristo, para que ele consagre para vós a vossa ação, a fim de que a vossa ação seja para o bem-estar de vossa alma.

CAPÍTULO 33

As palavras de Néfi são verdadeiras—Elas testificam de Cristo—Aqueles que crêem em Cristo crerão nas palavras de Néfi, as quais serão como uma testemunha diante do tribunal. Aproximadamente 559–545 a.C.

1 E AGORA eu, Néfi, não posso escrever todas as coisas que foram ensinadas a meu povo; nem sou poderoso no escrever como o sou no falar; porque quando um homem fala pelo poder do Espírito Santo, o poder do Espírito Santo leva as suas palavras ao coração dos filhos dos homens.

2 Mas eis que muitos há que endurecem o coração contra o Santo Espírito, de modo que neles não encontra espaço; portanto lançam fora muitas coisas que estão escritas e consideram-nas sem importância.

3 Mas eu, Néfi, escrevi o que escrevi e considero-o de grande valor, especialmente para o meu povo. Porque oro por eles continuamente durante o dia e meus olhos molham meu travesseiro durante a noite por causa deles; e clamo a meu Deus com fé e sei que ele ouvirá o meu clamor.

4 E sei que o Senhor Deus consagrará minhas orações para o bem de meu povo. E as palavras que escrevi em fraqueza tornar-se-ão fortes para eles; porque os persuadem a fazer o bem; fazem com que saibam a respeito de seus pais; e falam de Jesus, persuadindo-os a acreditar nele e a perseverar até o fim, que é vida eterna.

5 E falam asperamente contra o pecado, segundo a clareza da verdade; portanto nenhum homem se zangará com as palavras que escrevi, a não ser que ele seja do espírito do diabo.

6 Glorio-me na clareza; glorio-me na verdade; glorio-me em meu Jesus, pois redimiu minha alma do inferno.

7 Tenho caridade para com meu povo e grande fé em Cristo de que encontrarei muitas almas sem mancha no seu tribunal.

8 Tenho caridade para com os judeus—digo judeus, porque me refiro àqueles de onde vim.

9 Tenho também caridade para com os gentios; mas eis que não posso ter esperança por nenhum deles, a não ser que se reconciliem com Cristo e entrem pela porta apertada e andem no caminho estreito, que leva à vida, e continuem no caminho até o fim do dia de provação.

10 E agora, meus amados irmãos, e também judeus e todos vós, confins da Terra, dai ouvidos a estas palavras e acreditai em Cristo; e se não acreditardes nestas palavras, acreditai em Cristo. E se acreditardes em Cristo, acreditareis nestas palavras, porque são as palavras de Cristo e ele deu-as a mim; e elas ensinam a todos os homens que devem fazer o bem.

11 E se elas não são as palavras de Cristo, julgai vós—porque no último dia Cristo vos mostrará, com poder e grande glória, que são suas palavras; e vós e eu estaremos face a face ante o seu tribunal e sabereis que ele me mandou escrever estas coisas, apesar de minha fraqueza.

12 E oro ao Pai, em nome de Cristo, para que muitos de nós, senão todos, sejamos salvos no seu reino no grande e último dia.

13 E agora, meus amados irmãos, todos os que são da casa de Israel e todos vós, confins da Terra, falo-vos com a voz de quem clama do pó: Adeus, até que chegue aquele grande dia.

14 E vós outros, que não quereis participar da bondade de Deus nem respeitar as palavras dos judeus nem tampouco minhas palavras nem as que sairão da boca do Cordeiro de Deus, eis que vos dou um eterno adeus, porque estas palavras vos condenarão no último dia.

15 Porque o que eu selo na Terra será apresentado contra vós no tribunal; porque assim me ordenou o Senhor e devo obedecer. Amém.

LIVRO DE

JACÓ

IRMÃO DE NÉFI

Capítulos:

1 2 3 4 5 6 7

As palavras de sua pregação a seus irmãos. Ele confunde um homem que procura destruir a doutrina de Cristo. Algumas palavras sobre a história do povo de Néfi.

CAPÍTULO 1

Jacó e José procuram persuadir os homens a crerem em Cristo e a guardarem seus mandamentos—Néfi morre—A iniqüidade prevalece entre os nefitas. Aproximadamente 544–421 a.C.

1 POIS eis que aconteceu que cinqüenta e cinco anos se passaram desde a época em que Leí deixara Jerusalém; e Néfi deu a mim, Jacó, um mandamento concernente às placas menores, nas quais estão gravadas estas coisas.

2 E ele ordenou a mim, Jacó, que escrevesse nestas placas algumas das coisas que eu considerasse muito preciosas; que eu não tratasse, a não ser ligeiramente, da história deste povo, que é chamado povo de Néfi.

3 Porque ele disse que a história de seu povo deveria ser gravada nas suas outras placas e que eu deveria guardar estas placas e transmiti-las a meus descendentes, de geração em geração.

4 E se houvesse prédicas sagradas ou grandes revelações ou profecias, deveria eu gravar seus pontos principais nestas placas e escrever sobre elas tanto quanto fosse possível, por amor a Cristo e para o bem de nosso povo.

5 Pois em virtude de nossa fé e grande ansiedade, verdadeiramente nos haviam sido reveladas as coisas que aconteceriam a nosso povo.

6 E tivemos também muitas revelações e o espírito de muita profecia; sabíamos, portanto, de Cristo e de seu reino que haveria de vir.

7 Portanto trabalhamos diligentemente entre os de nosso povo, a fim de persuadi-los a virem a Cristo e participarem da bondade de Deus, para entrarem em seu descanso, a fim de que, de nenhum modo, ele jurasse em sua ira que não entrariam, como na provocação, nos dias de tentação, enquanto os filhos de Israel estavam no deserto.

8 Portanto prouvera a Deus que pudéssemos persuadir todos os homens a não se rebelarem contra Deus, a não o provocarem à ira, mas que todos os homens acreditassem em Cristo e considerassem sua morte e carregassem sua cruz e suportassem a vergonha do mundo; portanto eu, Jacó, tomo a meu cargo cumprir o mandamento de meu irmão Néfi.

9 Ora, Néfi começou a envelhecer e viu que logo morreria; portanto ungiu um homem para ser rei e governador de seu povo, de acordo com os governos dos reis.

10 O povo amava Néfi profundamente, por ter sido seu grande protetor, ter empunhado a espada de Labão em sua defesa e trabalhado todos os seus dias por seu bem-estar—

11 Portanto o povo queria que a memória de seu nome fosse conservada e que todos os que governassem em seu lugar fossem chamados, pelo povo, de Néfi segundo, Néfi terceiro e assim por diante, de acordo com os governos dos reis; e assim foram chamados pelo povo, fosse qual fosse seu nome.

12 E aconteceu que Néfi morreu.

13 Ora, aqueles que não eram lamanitas eram nefitas; não obstante, eram chamados de nefitas, jacobitas, josefitas, zoramitas, lamanitas, lemuelitas e ismaelitas.

14 Mas eu, Jacó, daqui por diante não os mencionarei por esses nomes, mas chamarei de lamanitas aos que procuram destruir o povo de Néfi; e aos que são amigos de Néfi eu chamarei de nefitas, ou seja, o povo de Néfi, segundo os governos dos reis.

15 E então aconteceu que o povo de Néfi, sob o governo do segundo rei, começou a endurecer o coração, permitindo-se, de certa forma, práticas iníquas, assim como Davi, na antigüidade, que desejara ter muitas esposas e concubinas; e também Salomão, seu filho.

16 Sim, e eles também começaram a procurar muito ouro e prata e começaram a ser um tanto orgulhosos.

17 Portanto eu, Jacó, disse-lhes estas palavras enquanto os ensinava no templo, tendo primeiramente recebido essa missão do Senhor.

18 Porque eu, Jacó, e meu irmão José havíamos sido consagrados sacerdotes e mestres deste povo pela mão de Néfi.

19 E nós magnificamos o nosso ofício para o Senhor, tomando sobre nós a responsabilidade de responder pelos pecados do povo se não lhes ensinássemos com diligência a palavra de Deus; assim, trabalhando com toda a nossa força, seu sangue não mancharia nossas vestimentas; caso contrário, o seu sangue cairia sobre nossas vestimentas e não seríamos declarados sem mancha no último dia.

CAPÍTULO 2

Jacó denuncia o amor às riquezas, o orgulho e a falta de castidade—Os homens podem procurar obter riquezas para ajudar seus semelhantes—Jacó condena a prática não autorizada do casamento plural—O Senhor deleita-se na castidade das mulheres. Aproximadamente 544–421 a.C.

1 AS palavras que Jacó, irmão de Néfi, dirigiu ao povo de Néfi depois da morte de Néfi:

2 Agora, meus amados irmãos, eu, Jacó, de acordo com a responsabilidade que tenho para com Deus de magnificar meu ofício com sobriedade e para livrar minhas vestimentas de vossos pecados, venho hoje ao templo para declarar-vos a palavra de Deus.

3 E vós mesmos sabeis que, até aqui, eu tenho sido diligente no exercício de meu chamado; hoje, porém, sinto-me curvado sob o peso de um desejo e ansiedade muito maiores pelo bem-estar de vossa alma do que senti até agora.

4 Pois eis que até agora tendes sido obedientes à palavra do Senhor, a qual eu vos tenho dado.

5 Ouvi-me, porém, e sabei que, com o auxílio do onipotente Criador dos céus e da Terra, posso falar-vos a respeito de vossos pensamentos, de como estais começando a cometer pecado, pecado esse que me parece muito abominável, sim, e abominável a Deus.

6 Sim, entristece-me a alma e faz-me encolher de vergonha ante meu Criador ter que vos testemunhar sobre a maldade de vosso coração.

7 E também me entristece ter que usar uma linguagem tão forte a vosso respeito perante vossas mulheres e vossos filhos, quando muitos têm sentimentos sumamente ternos e castos e delicados perante Deus, o que é agradável a Deus;

8 E suponho que eles tenham vindo aqui para ouvir a agradável palavra de Deus, sim, a palavra que cura a alma ferida.

9 Portanto, pesa-me a alma por ser compelido, por causa do estrito mandamento que recebi de Deus, a admoestar-vos segundo vossos crimes, a aumentar as feridas dos que já estão feridos, em vez de consolá-los e curar-lhes as feridas; e os que não foram feridos, em vez de se banquetearem com a palavra agradável de Deus, têm a alma traspassada e a delicada mente ferida por punhais.

10 Mas, não obstante a magnitude da tarefa, devo agir segundo os mandamentos estritos de Deus e falar-vos de vossas maldades e abominações na presença dos puros de coração e daqueles de coração quebrantado, sob o olhar penetrante do Deus Todo-Poderoso.

11 Portanto, devo dizer-vos a verdade, de acordo com a clareza da palavra de Deus. Pois eis que, tendo eu inquirido o Senhor, assim me veio a palavra, dizendo: Jacó, vai ao templo amanhã e declara a esse povo a palavra que te darei.

12 E agora eis que, meus irmãos, esta é a palavra que vos declaro: que muitos de vós haveis começado a procurar ouro e prata e toda espécie de minerais preciosos que se encontram em abundância nesta terra, que é uma terra de promissão para vós e para vossos descendentes.

13 E a mão da providência favoreceu-vos mui agradavelmente, de modo que obtivestes muitas riquezas; e porque alguns de vós obtivestes mais abundantemente do que vossos irmãos, enchestes o coração de orgulho e andais com dura cerviz e cabeça levantada devido aos vossos custosos trajes; e perseguis vossos irmãos, porque supondes que sois melhores do que eles.

14 E agora, meus irmãos, supondes que Deus vos justifica nisto? Eis que vos digo: Não. Ele, porém, condena-vos; e se persistirdes nestas coisas, seus julgamentos cairão rapidamente sobre vós.

15 Oh! Se ele vos mostrasse que vos pode traspassar e que, com um relance de seu olhar, pode lançar-vos ao pó!

16 Oh! Se ele vos livrasse desta iniqüidade e abominação! E oh! Se escutásseis a palavra de seus mandamentos e não permitísseis que o orgulho de vosso coração vos destruísse a alma!

17 Pensai em vossos irmãos como em vós mesmos; e sede amáveis para com todos e liberais com vossos bens, para que vossos irmãos sejam ricos como vós.

18 Mas antes de buscardes riquezas, buscai o reino de Deus.

19 E depois de haverdes obtido uma esperança em Cristo, conseguireis riquezas, se as procurardes; e procurá-las-eis com o fito de praticar o bem—de vestir os nus e alimentar os famintos e libertar os cativos e confortar os doentes e aflitos.

20 E agora, meus irmãos, falei-vos sobre o orgulho; e aqueles de vós que afligistes o próximo e o perseguistes devido ao orgulho de vosso coração, por causa das coisas que Deus vos deu, que dizeis disto?

21 Não supondes que tais coisas são abomináveis àquele que criou toda a carne? E para ele uma criatura é tão preciosa como a outra. E toda a carne vem do pó; e a todos criou para o mesmo fim, para que guardassem seus mandamentos e glorificassem-no para sempre.

22 E agora cesso de falar-vos sobre esse orgulho. E se não tivesse que vos falar sobre um crime ainda maior, meu coração regozijar-se-ia imensamente por vós.

23 Mas a palavra de Deus me oprime por causa de vossos crimes maiores. Pois eis que assim diz o Senhor: Este povo começa a tornar-se iníquo; eles não entendem as escrituras, pois procuram desculpar-se por cometer libertinagens, por causa das coisas que foram escritas com referência a Davi e seu filho Salomão.

24 Eis que Davi e Salomão realmente tiveram muitas esposas e concubinas, o que foi abominável diante de mim, diz o Senhor.

25 Portanto, assim diz o Senhor: Tirei este povo da terra de Jerusalém pelo poder de meu braço, a fim de suscitar para mim um ramo justo do fruto dos lombos de José.

26 Portanto eu, o Senhor Deus, não permitirei que este povo proceda como os antigos.

27 Portanto, meus irmãos, ouvi-me e atentai para a palavra do Senhor: Pois nenhum homem dentre vós terá mais que uma esposa; e não terá concubina alguma.

28 Porque eu, o Senhor Deus, deleito-me na castidade das mulheres. E as libertinagens são para mim abominação; assim diz o Senhor dos Exércitos.

29 Portanto este povo guardará os meus mandamentos, diz o Senhor dos Exércitos, ou a terra será amaldiçoada por sua causa.

30 Porque se eu quiser suscitar posteridade para mim, diz o Senhor dos Exércitos, ordenarei isso a meu povo; em outras circunstâncias meu povo dará ouvidos a estas coisas.

31 Porque eis que eu, o Senhor, vi a dor e ouvi o lamento das filhas de meu povo na terra de Jerusalém; sim, e em todas as terras de meu povo, por causa das iniqüidades e abominações de seus maridos.

32 E não permitirei, diz o Senhor dos Exércitos, que o lamento das belas filhas deste povo que tirei da terra de Jerusalém suba a mim contra os homens de meu povo, diz o Senhor dos Exércitos.

33 Porque não levarão em cativeiro as filhas de meu povo, por causa de sua ternura, sem que eu os visite com uma terrível maldição, até mesmo destruição; porque eles não cometerão libertinagens como os antigos, diz o Senhor dos Exércitos.

34 E agora eis que, meus irmãos, sabeis que estes mandamentos foram dados a nosso pai, Leí; portanto já os conhecíeis; e caístes em grande condenação, porque haveis feito estas coisas que não devíeis ter feito.

35 Eis que haveis praticado maiores iniqüidades que os lamanitas, nossos irmãos. Haveis quebrantado o coração de vossas ternas esposas e perdido a confiança de vossos filhos, por causa de vossos maus exemplos diante deles; e os soluços do coração deles sobem a Deus contra vós. E por causa da severidade da palavra de Deus, que desce contra vós, muitos corações pereceram, traspassados por profundas feridas.

CAPÍTULO 3

Os puros de coração recebem a agradável palavra de Deus—A retidão dos lamanitas excede a dos nefitas—Jacó adverte contra fornicação, lascívia e todo pecado. Aproximadamente 544–421 a.C.

1 MAS eis que eu, Jacó, desejo falar a vós, que sois puros de coração. Confiai em Deus com a mente firme e orai a ele com grande fé; e ele consolar-vos-á nas aflições e defenderá vossa causa e enviará justiça sobre os que procuram a vossa destruição.

2 Ó todos vós, que sois puros de coração, levantai a cabeça e recebei a agradável palavra de Deus e banqueteai-vos com seu amor; porque podereis fazê-lo para sempre, se vossa mente for firme.

3 Mas ai, ai de vós, que não sois puros de coração, que estais hoje imundos diante de Deus; porque, a não ser que vos arrependais, a terra será amaldiçoada por vossa causa; e os lamanitas, que não são imundos como vós, não obstante amaldiçoados com uma dolorosa maldição, afligir-vos-ão até vos destruir.

4 E vem rapidamente o tempo em que, a menos que vos arrependais, eles ocuparão a terra de vossa herança e o Senhor Deus retirará os justos dentre vós.

5 Eis que os lamanitas, vossos irmãos, a quem odiais por causa de sua imundície e da maldição que lhes caiu sobre a pele, são mais justos que vós; porque eles não se esqueceram do mandamento do Senhor, dado a nosso pai—de que não deveriam ter mais que uma esposa nem concubina alguma; e que não deveriam cometer libertinagem.

6 E agora eles se esforçam por guardar este mandamento; portanto, por causa desse esforço em guardar este mandamento, o Senhor Deus não os destruirá, mas será misericordioso para com eles; e um dia tornar-se-ão um povo abençoado.

7 Eis que os maridos amam as esposas e as esposas amam os maridos; e os maridos e as esposas amam seus filhos; e sua incredulidade e seu ódio para convosco são conseqüência da iniqüidade de seus pais; portanto, em que sois vós melhores do que eles aos olhos de vosso grande Criador?

8 Ó meus irmãos, temo que, a menos que vos arrependais de vossos pecados, a pele deles será mais branca do que a vossa, quando fordes levados com eles perante o trono de Deus.

9 Portanto eu vos dou um mandamento, que é a palavra de Deus: que não mais os injurieis por sua pele escura nem os injurieis por causa de sua imundície; mas deveis recordar vossa própria imundície e lembrar-vos de que a imundície deles lhes adveio por causa de seus pais.

10 Portanto vos lembrareis de vossos filhos, de como lhes afligistes o coração por causa do exemplo que lhes haveis dado; e lembrai-vos também de que podeis, pela vossa imundície, levar vossos filhos à destruição; e seus pecados serão amontoados sobre a vossa cabeça no último dia.

11 Ó meus irmãos, dai ouvidos a minhas palavras; despertai a sensibilidade de vossa alma; sacudi-vos, a fim de acordardes do sono da morte; e livrai-vos das penas do inferno, para não vos tornardes anjos do diabo e serdes jogados no lago de fogo e enxofre, que é a segunda morte.

12 E então eu, Jacó, disse muitas outras coisas ao povo de Néfi, admoestando-os contra a fornicação e a lascívia e toda espécie de pecado, mostrando-lhes suas terríveis conseqüências.

13 E nem a centésima parte dos feitos deste povo, que agora começa a ser numeroso, pode ser escrita nestas placas; mas muitos dos seus feitos estão registrados nas placas maiores e suas guerras e suas contendas e os reinados de seus reis.

14 Estas placas são chamadas placas de Jacó e foram feitas pela mão de Néfi. E termino estas palavras.

CAPÍTULO 4

Todos os profetas adoravam o Pai em nome de Cristo—A oferta que Abraão fez de Isaque foi à semelhança de Deus e seu Unigênito—Os homens devem reconciliar-se com Deus por meio da expiação—Os judeus rejeitarão a pedra de fundamento. Aproximadamente 544–421 a.C.

1 ORA, então aconteceu que eu, Jacó, tendo ensinado muito meu povo com palavras (e não posso escrever senão poucas de minhas palavras, devido à dificuldade de gravá-las em placas) e sabemos que as coisas que escrevemos em placas perdurarão;

2 Tudo o que escrevermos, porém, que não seja em placas, perecerá e desaparecerá; mas podemos escrever algumas palavras em placas, que darão a nossos filhos e também a nossos amados irmãos um pequeno grau de conhecimento sobre nós, ou seja, sobre seus pais—

3 Ora, nisto nos regozijamos; e trabalhamos diligentemente para gravar estas palavras em placas, na esperança de que nossos amados irmãos e nossos filhos as recebam com o coração agradecido e as examinem, para que aprendam com alegria, e não com tristeza nem com desdém, o que se refere a seus antepassados.

4 Porque para este fim escrevemos estas coisas: para que tenham conhecimento de que sabíamos de Cristo e tínhamos esperança em sua glória muitos séculos antes de sua vinda; e não somente nós tínhamos esperança em sua glória, mas também todos os santos profetas que viveram antes de nós.

5 Eis que eles acreditavam em Cristo e adoravam o Pai em seu nome; e também nós adoramos o Pai em seu nome. E com este propósito guardamos a lei de Moisés, que a ele guia nossa alma; e isso nos é atribuído como retidão, assim como a Abraão no deserto, a obediência às ordens de Deus de oferecer seu filho Isaque, o que é à semelhança de Deus e seu Filho Unigênito.





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